HINO

  • Friburguenses, cantemos o dia
    Que surgindo glorioso hoje vem,
    Nesta plaga onde o amor e a poesia
    São como as flores nativas também
    Escutando os rumores da brisa,
    Refletindo esse céu todo azul,
    O Bengalas sereno desliza
    Sob o olhar do Cruzeiro do Sul.

  • Estribilho

  • Salve, brenhas do Morro Queimado,
    Que os suiços ousaram varar,
    Pois que um século agora é passado,
    Vale a pena esse tempo lembrar.
  • Do suspiro na fonte saudosa,
    Há três almas que gemem de dor,
    Repetindo esta prece maviosa
    Da saudade, do ciúme e do amor
    Estas serras de enorme estatura,
    Alcançando das nuvens o véu,
    São degraus colocados na altura,
    São escadas que vão para o céu.

  • Estribilho

  • Coroemos de versos e flores
    A Princesa dos Órgãos, gentil,
    Embalada em seus sonhos de amores
    Das aragens ao canto sutil.
    Em teu seio de paz e bonança,
    Sono eterno queremos dormir,
    Doce anelo de nossa esperança,
    Esperança de nosso porvir!

  • Letra: Franklin Coutinho. Música: Sérvio Lago


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